Regulamento
Desportivo Pajero TR4 R
Artigo 1 - DEFINIÇÃO
1.1 Campeonato de automobilismo
desportivo monomarca disputado em 07 etapas, com provas de
rally de velocidade, especificamente para veículos
Mitsubishi TR4R. As provas são constituídas por trechos de
deslocamento e cronometrados (provas especiais) que serão
definidos em livro de bordo (planilha de roteiro), que será
entregue a cada veículo competidor.
Artigo 2 - PERCURSO DAS PROVAS
2.1 O percurso deverá apresentar
sensíveis dificuldades, de modo a valorizar desportivamente
a perícia de pilotos, navegadores e o desempenho dos
veículos.
2.2 Será realizada, sempre que
possível, em locais de pouco movimento, tais como estradas
secundarias, trilhas abandonadas entre outros, prevalecendo
em vias públicas às leis de trânsito local.
2.3 Respeitando-se o item 2.1 o
percurso deverá ser definido tomando-se o cuidado de
minimizar eventuais quebras ou paralisação de concorrentes.
2.4 Deverá ser respeitado o
sentido da competição e em hipótese alguma haverá trechos
cronometrados da prova (provas especiais) em que os
concorrentes poderão andar em sentido contrario. (Não haverá
cruzamento em sentido contrário em provas especiais).
Artigo 3 - TRECHOS DA PROVA
3.1 PROVAS ESPECIAIS (PE) - São
trechos do percurso em que é cronometrado o tempo de cada
competidor para efeito de classificação. Deverá estar
fechado ao trânsito normal, durante o tempo necessário para
a passagem de todos os competidores por todo o percurso da
prova especial.
3.2 DESLOCAMENTOS - São trechos
representados no livro de bordo pela letra "D" e servem para
que os competidores transladem até o início dos trechos
especiais. O tempo para percorrer este trecho deve ser
calculado com velocidades médias dentro das normas de
trânsito. O tráfego de veículos estará sempre liberado nos
trechos de deslocamento devendo o competidor respeitar a mão
de direção, e as leis de trânsito local.
3.3 NEUTRALIZADOS - São trechos
representados na planilha pela letra "N" que servem para uma
eventual parada do competidor, que poderá usá-lo para
abastecimento, reparo mecânico ou outras atividades.
3.4 As provas especiais deverão
ter um mínimo de 2 Km e um máximo de 80 km de extensão
podendo variar em aproximadamente 20%. Os trechos
individualmente não devem ter duração superior a 1.45 hs. As
provas especiais terão a duração de 10 a 90 minutos.
3.5 As velocidades médias
máximas de uma prova especial não deverão exceder a 133
Km/h. Se isso ocorrer, serão tomadas providências para
diminuir a velocidade.
3.6 Os trechos de deslocamentos
devem ser percorridos integralmente, Haverá postos de
controle para anotar a passagem dos veículos (PCp) sendo
penalizados em tempo os veículos que não cumprirem o
percurso de acordo com o livro de bordo.
3.7 É totalmente proibido o
trânsito de carros de apoio nos trechos das provas
especiais, dentro do horário de fechamento exercido pelas
autoridades policiais e a organização, sob a pena de
desclassificação do veículo por ele representado. Para o
livre trânsito dos carros de apoio, respeitando as condições
acima estipuladas, os concorrentes deverão identificá-los, e
aos ocupantes, assumindo inteira responsabilidade pelos seus
atos em relação ao desenvolvimento da prova. Esta
identificação deverá ser feita com adesivos "EQUIPE DE
APOIO".
Artigo 4 - VISTORIAS E PARQUE FECHADO
4.1 Em todas as etapas do campeonato
haverá vistoria:
Vistoria Administrativa :
Dos concorrentes: documentação
abrangendo pilotos, co-pilotos e veículos. Pelo menos um
representante da dupla, tendo em mãos toda a documentação
atualizada dos competidores e do veículo em condições de
utilização imediata, e para a regularização da inscrição,
com a entrega do material promocional de uso obrigatório.
Isto feito, o concorrente receberá uma autorização para o
procedimento da vistoria técnica.
Vistoria Técnica:
Dos veículos e que se processará da
seguinte forma:
4.1.1 Vistoria Técnica - Esta
vistoria será feita no dia que antecede o evento, ou seja,
as sextas-feiras no horário a ser estipulado pela
organização (normalmente das 12:00 às 18:00 hs). Deverá
estar presente na vistoria, pelo menos um representante da
dupla, tendo em mãos uma autorização dos mesmos e o veículo
em condições de utilização imediata, com os respectivos
números e adesivos afixados. No caso de veículos que se
apresentarem para a vistoria técnica fora do horário
estabelecido pela organização incorrerá em multa de 03(três)
UPs para a realização da vistoria.
4.1.2 Será afixado na "gaiola"
de cada veículo, um selo de aprovação na vistoria, sem o
qual não será permitida sua participação na prova.
4.1.3 A qualquer momento, após a
largada da prova, os comissários poderão efetuar vistorias
em todos os itens pertinentes aos regulamentos técnico e
desportivo, sem a necessidade de aviso prévio ou a
existência de protestos contra o competidor.
4.1.4 O veículo para ser
aprovado na vistoria devera estar em plena conformidade com
o regulamento técnico especifico para a categoria TR4-2004.
4.2 Parque de Largada Técnica
4.2.1 Será obrigatória a entrada
ao parque de largada com antecedência de 30 (trinta) minutos
com relação ao horário de largada, ou em horário
estabelecido pela organização a ser determinado e informado
no briefing. . O não cumprimento deste prazo acarretará em
multa ao concorrente de 05 cestas básicas até o máximo de
20(vinte) minutos. A partir deste atraso o competidor
largará em último lugar em sua categoria. Fica a critério da
organização analisar eventuais atrasos mediante recurso
dirigido ao diretor da prova. A organização poderá não
realizar este parque fechado se assim entender conveniente.
4.3 Parque Fechado.
Local onde deverá estar somente o veículo, devidamente
fechado, sem que ninguém a ele possa ter acesso. Somente os
dirigentes da prova terão acesso a este local, além dos
participantes convocados pelos comissários ou diretor da
prova para aí adentrarem. Será permitida apenas visitação
por parte do público presente ao evento.
4.3.1 Haverá parque fechado ao
final de todas as provas e os veículos serão liberados após
o vencimento do prazo regular para reclamações técnicas.
Permanecerão no parque fechado os veículos sobre os quais
incidir algum tipo de protesto. O prazo para liberação do
veículo se prolongará até o posicionamento final por parte
da organização.
4.3.2 No parque fechado é
proibido qualquer tipo de reparo ou manutenção dos veículos
incluindo abastecimentos, trocas de peças, lubrificantes ou
acessórios, etc. Será permitida apenas a limpeza de vidros e
números de identificação ou troca de pneu que se apresente
sem condições de uso, desde que autorizado pelo fiscal, que
a seu critério poderá ou não autorizar a troca. Os
infratores serão automaticamente desclassificados. A troca
de pneu será feita apenas e tão somente pela dupla de
competidores solicitantes e com equipamentos que se
encontrem no interior do veículo em questão.
Parágrafo único:
Os veículos deverão entrar e sair do parque fechado por seus
próprios meios mecânicos, com seu motor e transmissão
funcionando. Na impossibilidade disto, seus ocupantes
deverão solucionar o problema por seus próprios meios, se
isso for impossível o veículo poderá ser empurrado pela
dupla até a entrada/saída dos parques.
4.4 Regime de Competição. -
Configura-se como "Regime de Competição" todo veículo que
possa ser identificado como participante da prova. Todo o
veículo que estiver com alguma identificação que possa
relacioná-lo a participação da prova tais como: algum
adesivo de patrocinador oficial, número de competidor e todo
e qualquer tipo de identificação que estará configurando o
"Regime de Competição" .
4.4.1 Este veiculo terá que
respeitar todas as regras de trânsito e comportamento
adequado às vias públicas de tráfego. Não será permitida a
execução de testes de motor, suspensão entre outros que
venham a afetar o bom andamento do comportamento Cívico e
Social.
4.4.2 Se algum veículo com
qualquer tipo de identificação que possa relacioná-lo com a
competição realizada pela MMC Automotores do Brasil , for
flagrado pela organização ou qualquer representante desta em
desacordo com as normas do item anterior, poderá ser
DESCLASSIFICADO da prova. Se houver algum tipo de reclamação
feita por moradores e pedestres entre outros que possa
envolver em afronta ao item anterior. O procedimento após
análise por parte da organização poderá ser a
DESCLASSIFICAÇÃO do competidor da prova.
Artigo 5 - INSCRIÇÕES
5.1 As condições para um
competidor realizar sua inscrição na prova são:
5.1.1 Ter um veículo Pajero TR4R
homologado, conforme regulamento técnico particular do
Campeonato Mitsubishi Cup TR4R.
5.1.2 Todo piloto, deve ser
maior de 18 anos, devidamente habilitado para condução de
veículos. O navegador deverá ter idade acima de 16 anos
porém se tiver entre 16 e 18 anos deverá competir com prévia
autorização dos pais ou responsáveis. Tanto o piloto como o
navegador deverão estar filiados a Federação de
automobilismo de seu Estado e a CBA. (Confederação
Brasileira de Automobilismo), possuindo suas respectivas
cédulas desportivas do ano 2004.
5.2 Não há taxa de inscrição,
porém, será entregue por cada equipe uma "cesta-básica" com
no mínimo 25 Kg de alimentos para doação a uma instituição
de caridade. Deverá ser entregue à organização da prova, no
ato da vistoria administrativa. Não será admitida a
substituição dos alimentos por valor em dinheiro.
5.3 Para se inscrever nesta
categoria o competidor deverá respeitar os seguintes itens:
5.3.1 Não ter sido campeão em
nenhuma categoria de automobilismo nos últimos 05 (cinco)
anos ou estar inativo há 03(três) anos
5.3.2 Não ter sido campeão nos
últimos oito anos em nenhuma categoria.
5.3.3 Não poderão participar
desta categoria, os pilotos campeões e vice-campeões na
categoria geral e de todas as categorias dos seguintes
campeonatos: Campeonato Brasileiro de Cross Country,
Campeonato Brasileiro de Velocidade, Mitsubishi Cup
categorias L200, L200 Light e TR4R (para TR4R somente o
campeão),Campeonato Paulista ou Brasileiro de autocross
Artigo 6 - RESPONSABILIDADES
6.1 No ato de inscrição para a
prova, o piloto e seu navegador deverão assinar o termo de
responsabilidade onde declaram estar cientes do presente e
das normas e leis de trânsito que preceituam o Código
Nacional de Trânsito Brasileiro, alem de assumirem total
responsabilidade por danos materiais, pessoais ou morais que
possam vir a sofrer ou que sejam causados a terceiros em
decorrência de acidente no qual venha-se envolver durante a
realização do evento, renunciando ao direito de pleitear da
MMC AUTOMOTORES DO BRASIL LTDA, de qualquer membro da equipe
organizadora do MITSUBISHI CUP, da Confederação Brasileira
de Automobilismo e Federações Estaduais, dos patrocinadores
ou dos concessionários MITSUBISHI, qualquer espécie de
indenização.
Artigo 7 - CATEGORIAS
7.1.1 Esta prova será disputada
em categoria única.
Artigo 8 - ORDEM DE LARGADA
8.1 A classificação para a ordem
de largada será feita da seguinte forma: Será utilizado como
critério de largada, a volta mais rápida da etapa anterior,
sendo válida qualquer das baterias mesmo que venha ter o seu
percurso reduzido. A classificação será feita em ordem
crescente sendo o primeiro a largar aquele que conquistar o
menor tempo e assim sucessivamente. Em caso de empate será
considerado o vencedor o competidor que obtiver o menor
tempo na última bateria valida e assim sucessivamente. O 1º
classificado será o primeiro a largar.
8.2 O competidor que não houver
participado da etapa anterior largará atrás do último
classificado. Respeitando a seqüência da classificação atual
do campeonato. Se por acaso não houver classificação o mesmo
largará mediante sorteio entre os que se encontram na mesma
situação e largará após o último classificado.
8.3 O calendário seguirá o
publicado e aprovado pela CBA descrito no fim deste
regulamento.
8.4 Para a primeira etapa do
campeonato teremos em caráter especial a realização de um
prólogo para definição da ordem de largada. Este prólogo
será realizado na véspera da prova (sexta-feira) Na
impossibilidade da realização do prólogo a ordem de largada
da primeira etapa será feita por sorteio dirigido levando-se
em conta o currículo desportivo do piloto.
Artigo 9 - PREMIAÇÃO
9.1 O Campeonato será disputado
em 18 baterias que resultam de 07 (sete) Etapas disputadas
em forma de Taça para cada Categoria.
9.2 Cada etapa do campeonato
representa a disputa de uma Taça que será disputada da
seguinte forma:
9.2.1 Em quatro etapas serão
03(três) Baterias (Voltas) na mesma pista e cada bateria
VALE pontos da seguinte forma 1º colocado = 15 pontos, 2º
colocado = 14 pontos e assim sucessivamente até o 15º
colocado que recebe 01(um) ponto. Em três etapas serão
somente 02(duas) voltas, com a mesma forma de pontuação.
9.2.2 Será considerado o
vencedor da etapa aquele que conseguir somar o maior número
de pontos em todas as voltas válidas da etapa, não haverá
descarte de resultado para a etapa. Se houver empate de
pontos entre competidores o desempate será feito pelo
confronto da melhor volta vencendo aquele que obtiver o
menor tempo. Persistindo o empate será comparada a segunda
melhor volta e assim sucessivamente. Persistindo o empate os
dois serão considerados com a mesma classificação. Havendo
alguma volta que por algum motivo a organização fechou o
tempo válido para todos os competidores antes do ponto final
ideal, esta volta poderá ser considerada como a volta mais
rápida para critério de desempate, se persistir o empate,
outra volta deverá ser comparada persistindo o empate será
considerado vencedor o veículo de menor número de porta.
9.2.3 O Competidor que não
completar a bateria com seus próprios meios de locomoção ou
for auxiliado pela organização, não receberá pontuação ou
classificação na referida Bateria.
9.3 Serão premiados com Troféus
os 5 (cinco) primeiros classificados quando o grid de
largada for constituído de menos de 11 veículos e para os 10
(dez) primeiros quando for igual ou superior a 11
competidores podendo ser alterada para mais a critério da
organização.
9.4 Premiação por Etapa. As
etapas do Campeonato Mitsubishi CUP 2004 terá premiação em
troféus e dinheiro para as 05 (cinco) primeiras duplas
classificadas de cada categoria, conforme descrito no quadro
abaixo.
Premiação por Etapa
|
Classificação por Etapa
TR4R |
|
1o. Colocado |
R$ 3.800,00 |
|
2o. Colocado |
R$ 2.800,00 |
|
3o. Colocado |
R$ 2.200,00 |
|
4o. Colocado |
R$ 1.800,00 |
|
5o. Colocado |
R$ 1.600,00 |
|
9.5 Para a disputa do Campeonato
TR4 serão computados os pontos obtidos nas 18 baterias com o
descarte dos 04(quatro) piores resultados (N-4), o desempate
será feito pelo maior número de 1º Lugares, 2º e assim
sucessivamente até se obter o vencedor. O número de
descartes seguira a seguinte tabela:
|
Número de baterias válidas |
Número de descartes |
|
16 a 18 |
N - 4 |
|
12 a 15 |
N - 3 |
|
11 ou menos |
N - 2 |
|
9.6 O competidor que for
desclassificado em qualquer bateria do campeonato, não
poderá utilizá-la para descarte.
9.7 Sorteio - Ao final do
campeonato haverá o sorteio de um Mitsubishi modelo L200
Savana entre os participantes de cada uma das três
categorias pelo sistema de cupons. Estes cupons serão
distribuídos da seguinte maneira 01(um) cupom para cada
ponto conquistado pelo competidor durante todas as etapas do
campeonato. Todos os competidores que largarem em uma
bateria e não conquistarem pontos receberão 01(um) cupom por
bateria.
Artigo 10 - PUBLICIDADE E CESSÃO DE IMAGENS
10.1 É obrigatória a fixação dos
adesivos oficiais dos órgãos desportivos oficiais (CBA), dos
patrocinadores e colaboradores da prova em local demarcado
conforme croquis que será entregue junto com os adesivos. A
não obediência desta regra implicará na reprovação da
vistoria técnica e automaticamente na proibição de largada.
10.2 Será reservado um espaço
livre em cada veículo para fixação de adesivos de
patrocinadores particulares de cada concorrente (esta área
abrange toda a área livre do carro com exceção da adesivagem
obrigatória Mitsubishi Cup) Vide croquis no final deste
regulamento.A não obediência desta regra implicará na
reprovação na vistoria técnica e automaticamente na
proibição de largada. Se por acaso o patrocínio pessoal do
competidor estiver ofuscando ou dificultado a visibilidade
de algum patrocinador oficial da prova este deverá cobrir o
seu patrocinador pessoal com adesivo branco (Contact Branco)
permitindo a total visualização do patrocinador da prova.
Estes casos serão julgados pelo fiscal da vistoria que
indicará o modo mínimo de cobertura.
10.3 Os organizadores do V
Campeonato Mitsubishi Cup são as únicas autoridades que
permitem qualquer tipo de publicidade com respeito à prova.
10.4 Os concorrentes, membros da
organização, todos os demais participantes e ou envolvidos
neste evento, autorizam o uso de sua imagem, cinética e
eletronicamente para fins comerciais, editoriais,
promocionais e publicitários.
10.5 Caso um competidor tenha um
patrocinador de produto ou marca conflitante com algum
patrocinador da prova, este será proibido de expor seu
patrocinador. O desrespeito desta regra implicará na
reprovação na vistoria técnica e automaticamente na
proibição de largada.
10.6 A pintura dos veículos é
livre.
Artigo 11 - RECLAMAÇÕES
Reclamações Técnicas e Desportivas
11.1 Cabe somente ao concorrente
o direito de impetrar reclamações à direção de prova, por
escrito e acompanhado de um cheque caução em Valor
Estipulado pela CBA
11.2 Fica definido como 01(uma)
UP (uma unidade de penalização) com Valor fixado para cada
Unidade de R$ 100,00
11.2.1 Referente a parte técnica
e desportiva, os protestos e reclamações deverão obedecer ao
que determina o Código Desportivo do Automobilismo (CDA):
11.2.2 Reclamações Técnicas -
Para cada reclamação haverá um cheque caução de 5 UPs para a
CBA
11.2.3 Por Item reclamado
05(cinco) UPs
11.2.4 Quando a reclamação for
procedente o valor pago pelo reclamante referente ao item
11.2.3 retorna ao mesmo
11.2.5 Quando a reclamação for
considerada improcedente, o valor pago referente ao item
11.2.3 será entregue ao reclamado
11.2.6 Reclamações Desportivas -
Para cada reclamação haverá um cheque calção de 03(três) UPs
por veiculo reclamado
11.2.7 Quando a reclamação for
procedente o valor referente ao item 11.2.6 retorna ao
reclamante
11.2.8 Quando a reclamação for
improcedente o valor referente ao item 11.2.6 será entregue
a CBA
11.3 Em todas as reclamações
técnicas o veículo do reclamante estará automaticamente
reclamado
11.4 O desmonte e a montagem de
equipamentos mecânicos dos veículos reclamados,serão
realizados pêlos senhores membros da comissão técnica da
organização do Campeonato Mitsubishi Cup Categoria TR4.
11.5 No caso de reclamações que
necessitem de exames de terceiros para satisfazer sua
conclusão. O reclamante arcará com os custos da execução
destes exames. EX. analise de combustível entre outros
Artigo 12 - LIVRO DE BORDO (Planilha de Roteiro)
12.1 Cada veículo concorrente
receberá na hora da largada técnica, ou no momento
estabelecido pela organização, uma planilha contendo o
roteiro, tempos e distâncias a serem seguidas (livro de
bordo). É de responsabilidade do concorrente a conferência
desta planilha (livro de bordo) antes da largada.
12.2 Haverá um "Briefing"
informativo em horário e local a ser informado durante a
vistoria técnica e administrativa com presença obrigatória
de pelo menos um membro da dupla competidora que deverá
assinar a lista de presença e retirar o livro de bordo.
Podendo o mesmo ser recolhido pela organização ao fim do "Briefing".
12.3 Será informado no livro de
bordo (planilha) locais específicos para neutralizados,
postos de abastecimentos entre outros.
12.4 A simbologia será sempre
simples e clara, procurando informar o necessário para
identificação do roteiro. O símbolo utilizado será o "Código
Tulipa", já padronizado para este tipo de prova.
12.5 No símbolo utilizado a
"bolinha" indica o local onde o concorrente está e a "seta"
a direção a seguir. Na simbologia a "bolinha" deverá estar
sempre na posição inferior do diagrama. O sentido do desenho
será sempre de baixo para cima.
12.6 Os ângulos da simbologia
deverão apresentar com a melhor fidelidade possível os reais
ângulos de encruzilhadas e bifurcações.
12.7 Na coluna da direita sob o
item "Observações" deverão constar observações e informações
chamando atenção para locais perigosos tais como erosões,
barrancos, curvas perigosas, etc., ou quaisquer informações
em locais que possam surgir dúvidas ao caminho a seguir, Ex.
plantações, canaviais, etc.
12.8 Existirá no livro de bordo
(nas planilhas) uma simbologia própria para reforçar a
identificação de perigo. O sinal de ! (exclamação).
O nível de identificação de Perigo será
feito da seguinte forma:
1- ! (uma exclamação) - Muita atenção
2- !! (duas exclamações) - PERIGO diminuir a velocidade
3- !!! (três exclamações) - MUITO PERIGO - diminuir tudo,
quase parar ou Extrema atenção e cuidado.
O símbolo que será utilizado para identificar o PERIGO será
!
12.9 As medições serão feitas em
Km, com subdivisões de no mínimo 10 metros, sendo que as
referências serão sempre múltiplas de 10 metros.
12.10 As medidas quilométricas
referem-se ao ponto mais próximo da respectiva referência.
Ex. Em uma ponte o valor equivale ao início da ponte, um
cruzamento é no cruzamento, um rio é no início do rio, uma
rotatória (no início da rotatória) e Etc.
Artigo 13 - HORÁRIOS E POSTOS e ZONAS DE CONTROLE
13.1 O horário oficial da prova
será fornecido pela organização e poderá ser solicitado pelo
competidor a qualquer fiscal portador de um cronômetro com o
tempo oficial que será obrigado a fornecê-lo.
13.2 As largadas das baterias da
categoria TR4 será logo após as baterias do campeonato L200
RS com intervalos definidos pela organização.
13.3 O competidor receberá um
cartão de controle com as seguintes informações:
a) Horário de Largada;
b) Horário de largada em cada
especial;
c) Horário máximo de chegada em
cada especial;
d) Horário de chegada ao parque
fechado ao final da prova;
13.4 O concorrente é o único
responsável pelo transporte e o bom estado do cartão de
controle sendo que o mesmo deverá ser entregue a fiscal de
chegada no parque fechado ao final da prova ou no local em
que a organização assim o solicitar.
13.5 Zona de controle: É um
local (região) que será identificado com uma placa (ver
desenho), onde deverá ser respeitado o acesso de acordo com
o horário de largada a ser indicado pela mesa de controle.
13.6 Para facilitar a operação
da largada todos os concorrentes devem posicionar seus
veículos em ordem numérica. (os números serão distribuídos
em conformidade à ordem de largada de cada prova).
13.7 No caso de um competidor
chegar atrasado na largada, o seu horário de largada será
mantido como original. Ele deverá procurar o fiscal de
largada e se apresentar avisando-o. O fiscal irá anotar o
horário em que o concorrente se apresentou para efeito de
cronometragem e penalização e o concorrente ficará esperando
o primeiro espaço em ordem numérica para que o mesmo possa
largar. Se o atraso ultrapassar a 20 minutos o competidor
será automaticamente desclassificado da referida bateria.
Para efeito de apuração, o tempo real obtido pelo competidor
na especial será acrescido do atraso ocorrido na largada.
13.8 O cartão de controle deverá
ser entregue ao fiscal de largada (na mesa), 03(três)
minutos antes da largada para anotação e confirmação do
horário programado. Com o atraso Máximo de 1 minuto. Se
ultrapassar este prazo será penalizado em 1 minuto para cada
intervalo de minuto de atraso até o horário de largada.
13.9 Em caráter especial e
somente mediante autorização do Diretor da Prova. O
competidor poderá solicitar a mudança de posição de largada
apenas nos casos de acidentes em que o competidor estiver
terminando de consertar o veiculo acidentado entre uma
bateria e outra e que tenha sido resgatado pela organização
ou por problemas de saúde do navegador ou piloto, desde que
confirmado pelo médico da organização. Isto deve respeitar
os limites de inscritos não podendo ultrapassar essas vagas.
A largada será feita na primeira vaga no grid de largada
subseqüente ou de acordo com determinação do Diretor de
Prova. O competidor permanecerá nesta nova posição até o fim
da Etapa.
13.10 O final da prova especial
será "lançada" e a cronometragem será feita no exato momento
em que for dada a bandeirada de chegada indicando o fim da
especial (esta bandeira será quadriculada). (haverá uma
placa a 150m antes avisando).
13.11 Na chegada da especial o
competidor deverá parar na placa STOP, e apresentar ao
fiscal da mesa, o seu cartão de controle até 2 minutos após
a sua chegada, recebendo um boleto contendo a informação e
qual foi o seu horário de passagem por este posto de
controle. Poderá a organização a seu critério entregar este
boleto, em outro local devidamente informado a todos os
competidores.
13.12 Poderá haver durante o
deslocamento PCP (posto de controle de passagem) de roteiro
que visa apenas confirmar a passagem do participante. Esse
PCP valerá 10 minutos ou seja: se o competidor não passar
pelo caminho certo o mesmo será penalizado em 10 minutos
acrescido no seu tempo total da etapa. Este PC estará aberto
até 20 minutos após o término do horário ideal de passagem
levando-se em conta a media horária prevista para cálculo
dos tempos do deslocamento. Este PCP estará fornecendo um
boleto de confirmação de passagem identificando o horário de
passagem do concorrente, portanto o mesmo terá que parar
nestes postos para retirar o boleto.
13.13 Dentro dos trechos das
provas especiais poderá existir PCPs (postos de passagem)
que estarão anotando se o competidor percorreu o trajeto
completo da prova. A perda deste PC acarretará em uma
penalização de tempo de 10 minutos acrescido no tempo obtido
pelo competidor na especial. Este PC NÃO fornecerá boleto de
passagem para evitar que o competidor tenha que parar
durante a especial.
13.14 O controle do horário de
chegada em cada prova especial, será feito em Horas,
minutos, segundos e décimos de segundo.
13.15 Todas as anotações de
tempo ao fim de cada prova especial devem ser duplas, isto
é, será feita a entrega de um boleto com o tempo de passagem
(ou uma anotação no cartão de controle do competidor) e na
folha de controle do PC de chegada em poder do fiscal. O
competidor deve rubricar a folha de controle comparando se o
tempo impresso no boleto ou anotado no cartão corresponde ao
anotado na ficha de controle horário da PC.
13.16 O PC de largada estará
aberto 30 (trinta) minutos antes do 1º carro largar.
O PC de chegada funcionará até completar o tempo máximo da
especial, do último competidor que largou nesta especial,
mais o tempo estimado do limite de seu tempo penalizado.
13.17 O fiscal de largada
informará ao competidor em contagem regressiva para a
largada os seguintes valores: 30 segundos, 15 segundos, e a
partir de 5 segundos contará regressivamente com a mão na
frente do vidro dianteiro, do lado do piloto, com visão
ampla para o piloto e o co-piloto. O competidor só deve
partir quando a contagem chegar a zero. Poderá haver um
sistema automático de largada em que uma torre sinalizadora
indicará o horário ideal de largada de cada competidor
mediante seqüência numérica e lâmpadas indicativas. O
sistema de largada poderá ser feito de modo digital com
painel de contagem regressiva e luzes de sinalização.
13.18 Na largada da especial, o
veículo deverá estar com o motor funcionando e deve
deslocar-se com seus próprios meios, sob pena de
desclassificação da bateria.
13.19 Se o competidor não largar
será computado o tempo de atraso até o limite de
desclassificação.
13.20 O fiscal de largada pode
por motivos de segurança interromper a qualquer momento a
largada e recomeçar assim que possível. Os tempos serão
recalculados tomando como referência o novo horário de
largada.
13.21 O intervalo entre os
competidores será definido pela organização..
13.22 No caso do trecho especial
ser interrompido pela organização por algum problema, fica
estabelecido que o tempo de cada competidor poderá seguir os
seguintes critérios:
A) Ser validado pelos tempos
obtidos pelos competidores em um posto de controle colocado
antes da interrupção em que todos tenham obtido tempos
cronometrados.
B) Providenciar a relargada dos
competidores que não conseguiram ultrapassar este
impedimento.
C) A organização poderá a seu
critério e a qualquer momento cancelar esta bateria em que
houve o impedimento e as seguintes se assim for necessário.
Artigo 14 - CUIDADOS E SOCORRO OBRIGATÓRIO A ACIDENTES
14.1 Todos os concorrentes
deverão portar uma bandeira de cor amarela fornecida pela
organização que estará sob sua responsabilidade durante o
evento sendo devolvida ao fiscal de chegada no final da
etapa. Esta bandeira deverá ser utilizada quando um
competidor tiver que parar o seu veículo pôr quaisquer
motivo, servindo dessa maneira para avisar aos competidores
que vierem logo em seguida, no caso acidente ou de avaria
mecânica.
14.2 O concorrente acidentado ou
com problemas mecânicos, deve tentar o mais rápido possível
sinalizar com a bandeira amarela aproximadamente 100 m antes
do local em que estiver parado. Avisando aos concorrentes
que vêem logo atrás para que reduzam a velocidade e passem
pelo local sem problemas.
14.3 No caso de acidente, o
concorrente que vem logo em seguida DEVE PARAR para prestar
socorro ao acidentado. Se assim não proceder, será
sumariamente DESCLASSIFICADO. O competidor acidentado deve
avisar ao concorrente que vem logo atrás, sinalizando que
está tudo bem, apresentando em local visível, uma indicação
padrão que é um "OK", impresso na penúltima folha do livro
de bordo (planilha). Se este aviso não ocorrer é porque
existe algum problema mais sério e que devemos parar para
ajudar.
Parágrafo Único:
Tanto o veículo acidentado como o veículo que prestará o
primeiro socorro, devem comunicar por rádio URGENTE com a
organização da prova, no PC (posto de controle) de largada
desta Prova Especial, relatando a gravidade do ocorrido.
14.4 No caso de um competidor
parar para ajudar em um acidente, terá o seu tempo nesta
bateria corrigido da seguinte forma: 1ª Opção:, será
considerado o tempo tomando-se como referência à
proporcionalidade de tempo ao melhor tempo da especial no PC
de passagem imediatamente anterior ao local do acidente Ex.
No PC. de roteiro o primeiro colocado passou com 1:00:00 e
quem prestou o socorro passou com 1:06:00. No fim da
especial o tempo do primeiro foi de 2:00:00 portanto o tempo
corrigido de quem ajudou no acidente será de 2:12:00.
Mantendo assim a proporcionalidade de tempos,
independentemente se o tempo for maior ou menor. 2a. opção .
Se a especial estiver sendo repetida termos o tempo
proporcional referente à classificação deste competidor na
volta anterior. 3a'opção Na impossibilidade da segunda opção
será adotado o tempo médio entre o da melhor e da pior
performance, para todos impossibilitados da conclusão desta
prova especial.
Artigo 15 - PENALIZAÇÕES
15.1 Para o competidor que
queimar a largada, ou seja, partir antes da autorização do
fiscal. Este será penalizado em 1 minuto para cada intervalo
de 10 segundos de diferença para o seu tempo original
programado no cartão, até o limite máximo de 1 minuto o qual
resulta em 10 minutos de acréscimo no tempo desta bateria.
Se a diferença for superior a 1 minuto o competidor será
desclassificado desta Bateria e na reincidência será
desclassificado da Etapa.
15.2 No caso de um competidor
largar antes do seu horário ideal com a intenção de
prejudicar a organização da prova ou algum competidor este
será automaticamente desclassificado.
15.3 Se o competidor estiver na
posição de largada e demorar em largar mais de 30 segundos
após o sinal de largada será penalizado em 10 minutos e
deverá ser retirado deste local, solicitando ao diretor de
prova um novo horário para largada. Isso não ocorrendo o
mesmo será desclassificado da referida Bateria.
15.4 Nos controles de chegada no
final da prova, PC de passagem ou chegada de especial não
haverá penalização por passagem adiantado.
15.5 As eventuais penalizações
por adianto ou atraso são irrecuperáveis.
15.6 No caso de um competidor
chegar atrasado no Posto de controle ao final da prova onde
deve entregar o seu cartão de controle este será penalizado
com o tempo de atraso até o máximo de 20 minutos acrescido
ao tempo da ultima bateria.
15.7 Penalidades especiais:
Veículos flagrados com algum dos ocupantes transitando sem
os itens de segurança (cinto de segurança, capacete,
vestimenta obrigatória), durante todo o percurso da prova ou
que tumultuar o trabalho dos PCs será imediatamente
desclassificado.
Artigo 16 - CLASSIFICAÇÃO
16.1 Será considerado o vencedor
de uma etapa, aquele que conseguir somar o maior número de
pontos nas baterias. Ver item 9.2 (Art. - 9 - Premiação)
Artigo 17 - DISPOSIÇÕES GERAIS
17.1 Será obrigatória a
utilização de macacão Antichama e de capacete homologado
pela CBA pelo piloto e co-piloto (navegador) durante todas
as especiais e também em deslocamentos em piso de terra,
estando livre durante os deslocamentos em asfalto a
utilização do capacete.
17.2 É obrigatória a instalação
de rádio de comunicação VHS com faixa de comunicação de 142
a 150 MHZ de 45 W (Watts) com microfone e antena externa,
NÃO podendo ser do tipo HT (portátil). A freqüência do rádio
durante a prova será de 146.000 Mhz portanto pelo menos um
dos competidores de cada carro deverá portar licença para
operação do rádio.
17.3 É terminantemente proibido
o treino em eventuais locais onde se realização as provas
especiais, sob pena de desclassificação imediata de
competidor surpreendido pela organização da prova com
eventuais penalizações posteriores pela CBA, durante o
campeonato.
17.4 Em todas as etapas será
fornecido pela organização local para aferição de odômetros.
17.5 Os veículos de competição
deverão ter a identificação da tripulação da seguinte
maneira: Na parte inferior do teto sobre a porta dianteira
informando os nomes e o tipo sangüíneo de cada competidor.
17.6 Em caso de imprevistos nos
deslocamentos, (rio cheio, barreiras ou nova estrada e etc.)
que impossibilitem a passagem dos veículos ou que provoquem
alterações no roteiro, os concorrentes deverão entrar em
contato por rádio imediatamente com a organização da prova
que orientará o procedimento a ser adotado.
17.7 Se por qualquer motivo de
força maior ou de segurança a prova não puder ser realizada,
os organizadores não serão obrigados a nenhum tipo de
indenização.
17.8 Não haverá restrição na
utilização de quaisquer tipos de instrumento de navegação.
17.9 Todo competidor deverá ter
um seguro contra terceiros.
O presente regulamento foi elaborado pela Mitsubishi Motors
e aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e
homologado pelo presidente da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
AUTOMOBILISMO.
Rio de Janeiro, 28 de Novembro de 2004
| Conselho
Técnico Desportivo Nacional |
Confederação Brasileira de Automobilismo |
| Nestor
Valduga |
Paulo
Enéas Scaglione |
|
Presidente |
Presidente |
Mapa de Adesivagem
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